quarta-feira, 29 de agosto de 2007

homem de lama / mud man

acabei de modelar essa nova peça em faiança. ainda falta esmaltar e botar no forno

i just finished modeling this new piece in faience. i still have to paint and bake it.




domingo, 26 de agosto de 2007

dica do zerbini: valeu luiz / zerbini's tip: thanks luiz!

On Aug 25, 2007, at 3:15 PM, luiz zerbini wrote:
oi tiago
achei umas imagens dessa artista russa que me lembra o ensor
e achei que voce ia gostar da uma olhada
http://www.kovalskyart.com/artists/natta_konysheva/
abs
luiz



A Zoo - Oil on canvas, 2005 31 x 34½ inches


Theater Studio: A Poet - Oil on canvas, 1999 89¼ x 50¼ inches


My Kitchen - Oil on canvas, 2005 19½ x 27½ inches

An Orchestra in the Park - Oil on canvas, 2000 20½ x 26¾ inches

fonte:
http://www.kovalskyart.com/artists/natta_konysheva/

sábado, 25 de agosto de 2007

charlie finch on market crisis


ART OPPORTUNITIES
by Charlie Finch

Ronald Reagan campaigned for President in 1980 on a platform of slashing government spending and fiscal responsibility. Instead, under the guidance of his treasury secretary James Baker, he created the debt-dominated capitalism which is unraveling today.

Baker revolutionized the market for U.S. Treasury debt, traditionally a sleepy haven for long-term investors, into a system of tranches in which variously amortized Treasury products furiously competed with each other on the open market. Today’s hedge funds essentially mimicked this model, in which debt became king, on the theory that we are all mortal, debt will always be with us, and debt can always be restructured and rolled over with slices off the top forming an unlimited tide of profit opportunity.

This not-so-brave new world also transformed the nature of fine art as a financial instrument. The best art became a fulcrum for swapping, loans and value appreciation. We are now on the verge of a Depression. If you doubt me, turn on CNBC and watch their analysts repeat the same mantra 24/7: "We know nothing."

What this means for art is a return to the tired old verities of uniqueness and connoisseurship. The implications of such a reality over the next year are as follows: Conceptualism is dead. Artists as interpreters of esoteric events, from their daily perambulations to global warming, are dead in the water. Painting will be prized, but many of the overpriced contemporaries will be downsized. Look for a new appreciation for artists such George McNeil, Catherine Murphy, late-career Francis Picabia, Richard Estes, Jules Olitski, Kerry James Marshall, Al Held, Wayne Thiebaud, David Park -- in other words, artists with a traditional painterly view of the universe.

What follows from this is that individual works will be prized on the market over the artist-branding that has driven the market for 20 years. There will (finally!) be distinctions made between individual Doigs and Rauchs, and, hell, Frankenthalers.

Traditional, recently undervalued, areas of the art market will rebound, precisely because of the new premium on genuine connoisseurship. These include Old Master drawings, Pop prints from the ‘60s, Ash Can School, postwar sculpture that you can hold in your hands, even now-eclipsed ‘80s stars like Judy Rifka, Rebecca Howland, Robin Winters and Richard Bosman. The point will be to glean the few masterpieces from the above and make specific markets for them.

Chinese contemporary is over, for awhile, but since China holds one trillion dollars in U.S. debt, the surreal possibility which I broached in a column last spring that the Chinese perspective could become the dominant orientation in contemporary is a strong possibility.

Finally, for true connoisseurs of contemporary, bargains will be everywhere for those left with cash to spend, as evening sales will look like day sales and many good things will go for ten cents on the dollar. Hopefully, auction house fixes will be a thing of the past, as high rollers should balk at playing the game, and perhaps auction land will be a true, sort-of democratic market again. We can only hope!


CHARLIE FINCH is co-author of Most Art Sucks: Five Years of Coagula (Smart Art Press).

terça-feira, 21 de agosto de 2007

essa semana no jornal / this week on the papers

o jornal o globo estah fazendo uma serie sobre os brasileiros q vivem sob a ditadura de traficantes, milicias e policiais corruptos aqui no RJ. mto educativo

o globo newspapaer is doing a series on brazilians living under the dictatorship of drug-dealers, militias and crooked cops here in rio. very enlightening

O Globo Online


Nova Ditadura

Moradores são forçados a deixar as suas casas por traficantes, milicianos e até policiais

Publicada em 21/08/2007 às 00h06m

O Globo e O Globo Online

IARA: ela deixou Vigário Geral porque traficantes ameaçaram matá-la e pôr fogo na casa / Foto: Custodio Coimbra

RIO - Quando faltava comida em casa, Iara, de 24 anos, saía perambulando pelas ruas da Penha, de Bonsucesso e Ramos, pedindo esmola, puxando pela mão seus três irmãos menores. Doente mental, a mãe era aposentada do INSS. O pai morrera cedo. Desde então, ela já trabalhou muito, sempre sem carteira assinada, distribuindo panfleto em sinal de trânsito, de balconista em farmácia e, por último, foi para o calçadão de Copacabana fazer programa. Conseguiu um barraco na Favela de Vigário Geral, mobiliou "com jogo de sofá" e arrumou um namorado, sujeito esforçado, integrante de uma ONG. Mas traficantes de Parada de Lucas invadiram Vigário depois de anos de rivalidade.

- Os vizinhos ligaram pra mim, dizendo que os traficantes de Lucas tinham estado no meu barraco, me procurando pelo nome, dizendo que iam me matar e tacar fogo na minha casa. Não pude voltar. Perdi tudo. A minha casa já foi alugada para o tráfico. A da minha mãe, que também foi expulsa, já até passou para o nome de uma outra pessoa, foi registrado lá na associação de moradores. (cont.)

fonte:
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2007/08/20/297349209.asp

parece bom: doc sobre milton santos



jornal O Globo, 18/08/07
caderno economia, p36

A formação da humanidade vista do lado de cá
Documentário de Sílvio Tendler sobre geógrafo Milton Santos expõe visão singular e original sobre globalização

Paulo Thiago de Mello

Pouco conhecido fora dos círculos acadêmicos e da militância antiglobalização, o geógrafo Milton Santos chega agora ao grande público, no mais recente documentário de Sílvio Tendler. O filme — “Encontro com Milton Santos ou a globalização vista do lado de cá” — é uma rara oportunidade de se conhecerem as idéias de um intelectual brilhante, dono de um pensamento original, que revolucionou a geografia convencional ao humanizála, adotando o ponto de vista dos países periféricos.

No campo político, Santos foi um ativista independente, sem vínculos com qualquer grupo — “Sou um militante de idéias” — , e se tornou uma das vozes críticas da globalização, chamada por ele de globalitarismo: a globalização com autoritarismo.

O documentário traz a última entrevista do geógrafo, pouco antes de sua morte, em 2001, aos 75 anos, em que apresenta, com voz mansa e rosto risonho, suas idéias. Com essa base, Tendler foi buscar exemplos e interlocutores para estabelecer um diálogo, cujo tema central é a construção da civilização por meio de uma globalização solidária.

Neto de escravos, Santos nasceu em 1926, em Brotos de Macaíbas, na Chapada Diamantina (BA), e foi alfabetizado em casa pelos pais, professores. Obteve o título de doutor em geografia na França, em 1958. Com o golpe de 1964, foi obrigado a deixar o Brasil. Morou na França, na Tanzânia, na Venezuela, nos EUA e no Canadá. Escreveu 40 livros e recebeu o título de doutor ho noris causa de 20 universidades.

A consagração veio com o prêmio Vautrin Lud, em 1994, uma espécie de Nobel da geografia, pela primeira vez concedido a um acadêmico fora do mundo anglo-saxão.

‘O homem deixou de ser o centro do mundo’ Crítico do globalitarismo, Santos é, no entanto, otimista quanto às transformações, que, segundo ele, virão de baixo.

“Somos pessimistas quanto à realidade que está aí, mas otimistas quanto ao que pode chegar”, diz no documentário.

Para ele, o problema é a fragmentação da ética: “Há a ética dos poderosos, que não chega a ser ética, e há a ética dos que não têm nada”, afirma, acrescentando que os valores deste último grupo, à exceção dos que recorrem à violência, são cada vez mais incorporados pelas camadas mais baixas da sociedade, traduzindo-se em formas de ação eficazes. O filme traz exemplos, sobretudo de cineastas independentes, que, com um mínimo de tecnologia, vêm ajudando a traduzir a realidade de suas comunidades.

A preocupação do geógrafo é pertinente, considerando-se sua concepção do globalitarismo: “Nós reclamamos dos totalitarismos, do fascismo, do nazismo.

E caímos em uma outra forma de totalitarismo.” E acrescenta: “O homem deixou de ser o centro do mundo. O centro do mundo hoje é o dinheiro”.

O documentário também traz a esperança de transformação e a fé na civilização, uma das características de Santos.

“Nunca houve humanidade.

Agora é que está havendo. A gente vem fazendo ensaios do que será a humanidade. Acho que é a primeira vez na História em que convivemos com um futuro possível. Acho que essa é a grande novidade da nossa geração. A capacidade de conviver com o futuro possível”.

fonte:
www.oglobo.com.br

domingo, 19 de agosto de 2007

carl barks

um dos herois do meu padrasto mauro. o melhor desenhista da disney, e criador de historinhas altamente criticas ao sistema! ok quem sabe nao altamente mas algo criticas, como no lindo exemplo abaixo. a abril estah publicando suas obras completas, a venda nas bancas

one of my stepfather mauro's heroes. the best artist at disney, and creator of comics which were highly critical to the system, from inside the belly of the beast?! ok perhaps not higly critical, but somewhat critical, like in the beautiful example below. here in brazil they're publishing his complete works, in monthly installments sold on news-stands



(click 4 hi-res)

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

mais john pilger / more john pilger

'breaking the silence: america's war on terror'. v good.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

continuando as celebracoes do mes do documentario

still celebrating documentary month: John Pilger - The New rulers of The World

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

tv bem acima da media: terry jones' barbarians

o terry jones, nao contente de nos presentear c a dadiva do monty python (ele fazia a mae do brian/jesus na 'vida de brian'), fez uma serie incrivel pra tv inglesa sobre os povos q foram massacrados pelo imperio romano, e mostra q na maioria dos casos eram bem mais civilizados do q os conquistadores...

NOTA: vale ver esses docs (e outros abaixo) na tela cheia do google player. basta ir no video.google.com e digitar 'terry jones barbarians' pra encontrar os episodios, e depois clicar no botao de tela cheia, q fica no lado inferior direito do player.







e mais outro / and another one

bbc's 'the power of nightmares' - a historia dos neocons e dos radicais islamicos

deve ser o mes do documentario / must be documentary month

esse eh sobre violencia e videogames. mto bom. tem o 1o first-person-shooter palestino.... e o ciclo da violencia continua, como diria meu prof de naoviolencia

this one's on violence and videogames. v good. features the 1st palestine first-person-shooter... and the cycle of violence continues, as my nonviolence teacher would say


escher toy



Escher Waterfall Sculpture
  • Detailed Sculpture of M.C. Escher's famous impossible Waterfall woodcut
  • 6" High, Fully Painted
  • Imported from Japan
  • Limited edition of 500 units
$59.99

fonte:
http://www.thinkgeek.com/geektoys/japanfan/8fe6/